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ATOS DE JAIR BOLSONARO QUE PODEM SER CARACTERIZADOS COMO CRIMES DE RESPONSABILIDADE FUNDAMENTAR A ABERTURA DE UM PROCESSO DE IMPEACHMENT:

1 -Em meados de Outubro, quando finalmente o Ministério da Saúde enviou uma carta de intenções de compra de 46 milhões de doses da Coronavac ao Butantan, Bolsonaro deu ordem expressa para suspender a negociação e publicamente, garantiu que não compraria nenhuma dose da “vacina chinesa do Doria”.

2 - Afirmou que as eleições de 2018 foram fraudadas (Miami 10/03/2020).

3 - Divulgou conteúdo pornográfico (Twitter 06/03/2019).

4 - Determinou que fosse comemorado o golpe de 1964 (Brasília 25/03/2019).

5 - Fez ofensas - de cunho sexual - à Jornalista Patrícia Campos Mello (Brasília 11/02/2020).

6 - Infringiu por diversas vezes o Artigo 268 do Código Penal, não cumprindo determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa.

7 - Afirmou que manifestações contra o congresso poderiam arrefecer, se Rodrigo Maia (Presidente da Câmara Federal) e Davi Alcolumbre (Presidente do Senado) abrissem mão da parcela do Orçamento Impositivo (Miami 10/02/2020).

8 - Legitimou paralização ilegal e inconstitucional dos PM’s no Ceará (Live nas redes sociais 05/03/2020).

9 - Afirmou abertamente que foi à CIA tratar da deposição de Nicolás Maduro (18/03/2019).

10 - Permitiu que o Ministro sob o seu comando, demitisse do cargo de confiança um fiscal que o havia multado por pesca irregular quando ainda era deputado (Brasília 28/03/2019).

11 - Cometeu “desvio de finalidade” no comando da Polícia Federal e Abin conforme interesses pessoais (Brasília 15/08/2019).

12 - Ameaçou o Supremo quando as decisões do mesmo iam contra interesses do Presidente. “As coisas tem limite” e “Acabou p** !” (Brasília 28/05/2020).

13 - Episódios sistemáticos de ataque à liberdade de imprensa, acadêmica, artística e científica.

14 - Quebra de decoro sistemática ao propagar discurso de ódio, desinformação e mentiras: “calcinha apertada”, “virar homem”, “E daí?”, “Não sou coveiro” e “O Brasil tá quebrado, não posso fazer nada”.

15 - Negligência e negacionismo no combate à pandemia de Covid-19 no Brasil gerando dezenas de milhares de mortes “evitáveis.”

16 - Se omitiu em relação à primeira oferta de vacinas do Instituto Butatan, feita em 30 de julho, por meio do ofício 160/2020, que informava que o instituto tinha condições de fornecer “60 milhões de doses da vacina a partir do último trimestre de 2020”. Dia 18 de Agosto, o Instituto enviou um segundo ofício, sob o número 177/2020, em que reafirmava a proposta. Prometia fornecer 45 milhões de doses em dezembro e 15 milhões no primeiro trimestre de 2021, ao custo de 21,50 reais a dose. O diretor Dimas Covas terminava a carta colocando-se à disposição para “tomar no devido tempo as providências necessárias para as entregas”. Mais uma vez, o governo ignorou a proposta.

17 - O governo de Jair Bolsonaro rejeitou no ano passado três ofertas da farmacêutica norte-americana Pfizer , deixando de obter pelo menos 70 milhões de doses em meio à escassez de vacinas contra a Covid-19 e impossibilitando que a vacinação da população brasileira começasse ainda em 2020.

18 - Convocou e deu apoio a manifestações pelo fechamento do Congresso e do STF (Roraima, 07/03/2020).

19 - Desperdício de recursos públicos e descompromisso com vidas humanas ao comprar e recomendar tratamentos sem eficácia comprovada.

20 - Defesas reiteradas e apologia a Ditadura Militar.

21 - Falsidade ideológica na exoneração de Maurício Valeixo.

22 - Descumprimento reiterado das recomendações sanitárias contra a propagação da Covid-19.

23 - Participação de manifestação no dia 10 de abril de 2021 pedindo intervenção militar e outros atos antidemocráticos.

24 - Quebra de decoro em manifestações do presidente nas redes sociais.

25 - Omissão do número total de mortos pela pandemia de coronavírus.

26 - Crimes ambientais e desestruturação de órgãos de fiscalização.

27 - Quebra de decoro por declarações referentes às vacinas.

28 - Postura antidemocrática ao levantar suspeitas infundadas de fraude eleitoral em 2018.

29 - Desrespeito às diretrizes científicas para o enfrentamento da pandemia.

30 - Esvaziamento de políticas públicas e sanitárias durante a pandemia.

31 - Demissão do ministro da defesa como pressão para maior influência de presidente nos quartéis.

32 - Superfaturamento na compra da vacina Covaxin.

33 - Crime de prevaricação por tomar ciência do pedido de propina por vacina vendida e não levar a denúncia às autoridades.

34 - Ameaça literal à realização das eleições de 2022.

35 - Manifestações de 07 de setembro (ataque e ameaça de descumprimento de decisões judiciais do STF).

36 - Inação dos órgãos de fiscalização perante o caso Prevent Senior que apoiou de forma pseudocientífica a defesa do governo Bolsonaro do "tratamento precoce" contra a covid-19.

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